quinta-feira, 28 de maio de 2015

Basta!


É como se me bastasse esse instante em que habito

É tudo de necessário que necessito para existir
Gritos do passado ecoam nas paredes e eu os renego
Como quem dispensa a droga que o alimenta, por saber que ela também o matará...

Renego teus beijos e tuas promessas fáceis 
Esse teu cheiro de éter não mais me ludibriará 
Já conheço seus truques... Mágica repetida

Basta!

Não quero voltar a habitar teu mundo incerto
Ainda que belo e alucinógeno. Não, não a quero!
Basta!